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Plataforma de Pagamentos Internacionais espera movimentar R$150 Milhões em 2019



Alternativa à dificuldade apresentada pelos meios tradicionais, devido aos processos complexos e lentos, a Husky garante facilidade e transparência, resolvendo tudo pelo smartphone.

Receber pagamentos profissionais de empresas internacionais no Brasil não é um processo simples. Pode envolver muita burocracia, além das inúmeras e confusas taxas. Pensando em simplificar e desburocratizar esse tipo de operação, o mercado brasileiro conta com a plataforma Husky, fintech que facilita a vida de quem precisa receber pagamentos profissionais provenientes de empresas estrangeiras, e que já transacionou mais de R$ 70 milhões desde sua fundação, em 2016.

Com mais de 1.100 usuários ativos, a fintech se tornou a principal opção para os profissionais que precisam receber dinheiro do exterior e encontravam dificuldades para fazer isso. A plataforma está preparada para transacionar pagamentos enviados de mais de 200 países e de 37 moedas. Além disso, enquanto o mercado tradicional cobra várias taxas para esse tipo de serviço, como IOF, spread, manutenção e taxas fixas, a Husky trabalha com uma porcentagem dinâmica que é reduzida pela indicação de amigos, chegando até à taxa zero, ou ainda gerando cashback. De acordo com a empresa, para 2019 a expectativa é movimentar mais de R$ 150 milhões, mantendo o crescimento médio de faturamento e volume em 15% ao mês.

A fintech foi fundada pelos empreendedores Tiago Santos e Maurício Carvalho, que sofreram eles mesmos com a dificuldade ao receber pagamentos do exterior. “Era muito burocrático, com muitas taxas e lento, podendo levar semanas para ser completado. Então, criamos a Husky que, com o auxílio da tecnologia, aprova um cadastro rápido e com segurança, tudo de forma online, facilitando a vida de quem precisa receber pagamentos”, comenta Tiago, CEO da Husky.

Atendendo Pessoas Jurídicas e Físicas, a plataforma é uma novidade para agilizar todo o processo online e para resgatar as pessoas da burocracia, complexidade e lentidão dos meios tradicionais, como bancos e casas de câmbio. Com a Husky, tudo é resolvido pelo aplicativo. Entre os principais clientes estão desenvolvedores e influenciadores digitais (de acordo com o YouPix, em sua última pesquisa, de 2016, o Brasil tinha 230 mil influenciadores digitais, com cerca de 40 mil só no YouTube, mercado que movimenta US$ 40 milhões em pagamentos por ano, considerando apenas a receita de anúncio de YouTube, e estimado em pelo menos US$ 200 milhões por ano pela própria Husky).

Depois de ter a documentação aprovada, o usuário recebe a sua conta bancária internacional e fica habilitado a receber os pagamentos do exterior. Os dados da conta são cadastrados na plataforma, que receberá em diferentes moedas. Uma vez feito o pagamento, o valor será disponibilizado para o usuário em Reais, a partir da cotação comercial da moeda, de forma clara, com notificação no aplicativo e depósito na conta bancária selecionada pelo cliente.

O time da Husky está distribuído em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Araraquara, São José dos Campos, Natal, Maceió, Uberlândia e Goiânia. “Não pretendemos ter um escritório fixo, a ideia é trabalharmos de qualquer lugar, de acordo com a proposta da empresa, que resolve tudo online, para clientes em qualquer parte do mundo”, destaca Tiago.


Sobre a Husky
Fundada por Tiago Santos e Maurício Carvalho, a Husky é uma startup desenvolvida para facilitar o fluxo de pagamentos internacionais. Os empreendedores se conheceram trabalhando como programadores para uma companhia estrangeira, e tinham um problema em comum: a dificuldade de receber seus pagamentos pelos serviços prestados devido à burocracia brasileira, que ocupava muito tempo dos empreendedores. Para resolver este problema, fundaram, em 2016, e com investimento próprio, a Husky. Adeptos do trabalho remoto, ambos montaram a empresa de fora do país. Na época, Tiago estava em São Francisco, enquanto Maurício estava em Malta.
Desde o lançamento, a plataforma transacionou mais de R$ 70 milhões. Também foi destaque nos programas de aceleração Start-Up Chile (maior aceleradora da LATAM) e Parallel 18 (Porto Rico), ficando em primeiro lugar, como a melhor startup, no demoday dos respectivos programas.


Fonte: Assessoria de Imprensa

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